Em 14 Abril de 1929, uns meses antes do início da grande depressão, num tempo idêntico ao nosso, o "Notícias Ilustrado"(nº 44) publicou a resposta de Fernando Pessoa a um inquérito que andava a fazer sobre o FADO:
Toda a poesia-- e a canção é uma poesia ajudada--reflete o que a alma não tem. Porisso a canção dos povos tristes é alegre, e a canção dos povos alegres é triste.
O fado, porém, não é alegre nem triste. É um episódio de intervalo. Formou-o a alma portuguesa quando não existia e desejava tudo sem ter força para o desejar.
As almas fortes atribuem tudo ao Destino; só os fracos confiam na vontade própria, porque ela não existe.
O fado é o cansaço da alma forte, o olhar de desprezo de Portugal ao Deus em que creu e que também o abandonou.
No fado os deuses regressam, legítimos e longínquos. E, esse o segundo sentido da figura de El-Rei D. Sebastião.
É sabido como Salazar, "o velho abutre", aproveitou o fado, "o cansaço da alma forte", para a enfraquecer, a quase escravizar. Mas o fado não tem ideologia! Haverá fados de direita e outros de esquerda, para os seus ouvintes, mas o fado "é um episódio de intervalo". E as canções não têm dono!
Aqui fica a Mariza a cantar um poema de Pessoa:
Há uma música do povo,
Nem sei dizer se é um fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado...
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser...
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver...
E ouço-a embalado e sozinho...
É isso mesmo que eu quis ...
Perdi a fé e o caminho...
Quem não fui é que é feliz.
Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção ...
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração ...
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido...
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A gamela é boa...
Diziam-me, antes do 25 de Abril de 1974, que as democracias só podiam existir nos países industrializados do Norte, por um lado porque exigiam um nível de riqueza colectiva que não tínhamos, incluindo nisso um nível de instrução pública que não tínhamos, e, por outro lado, porque só nos países protestantes a honestidade e o dever cívico eram características culturais; a democracia não seria a forma de governo natural aos países católicos do Sul.
É porque quero continuar a viver em democracia que a memória me trouxe essas velhas discussões. Em Italia, como cá, Berlusconi está a usar a democracia para criar e manter os seus privilégios e os de uns poucos. A lei da mordaça, que propõe agora, vai buscar a nossa preocupação democrata com a devassa pública da vida privada, a nossa natural antipatia às escutas, para proteger a censura e a devassa aos dinheiros públicos que nada têm de democrata.
Corrijam-me os historiadores, que agradeço, mas parece-me que a nossa primeira democracia, em monarquia, à maneira inglesa, deu a ditadura de Joao Franco porque os dois partidos que se revezavam no poder fizeram dela o processo de manter os seus privilégios; a mesma coisa se passou com a primeira republica, chamemos-lhe uma democracia à francesa, dois partidos que repartiam a gamela e se deixaram cair no 28 de Maio. A nossa democracia à portuguesa tem dois partidos que se parecem entre si, se apoiam e se parecem com os falhanços anteriores.
Ontem, no Público, o "meu" deputado europeu, Rui Tavares, insurge-se bem contra esta tendência actual dos "media" de demonizar os políticos mas não estará a falar de excepções, como ele? Sei que a falta de confiança nos políticos só põe em risco a democracia mas a realidade do nepotismo, do encobrimento da corrupção, tem responsáveis: os políticos! Não todos, claro! mas parece evidente ao eleitor que é preciso que as listas que lhe são propostas para nelas votar sejam compostas de pessoas em quem confie e não de pessoas em quem confiem os que estão mais chegados à gamela.
É simples: ou os partidos transformam radicalmente a forma de escolher aqueles que nos vão propor para elegermos e vemos esperança de que nos representem ou o regime cai. O resultado costuma ser um desastre, costuma ser uma gamela defendida por um cordão policial. Note-se que esse regime pode continuar a chamar-se a si mesmo de democracia e ai de quem disser o contrário!
Creio que estamos na véspera de grandes manifestações democráticas exigindo aos partidos que sejam os seus programas e só usem os dinheiros públicos para os cumprir.
É porque quero continuar a viver em democracia que a memória me trouxe essas velhas discussões. Em Italia, como cá, Berlusconi está a usar a democracia para criar e manter os seus privilégios e os de uns poucos. A lei da mordaça, que propõe agora, vai buscar a nossa preocupação democrata com a devassa pública da vida privada, a nossa natural antipatia às escutas, para proteger a censura e a devassa aos dinheiros públicos que nada têm de democrata.
Corrijam-me os historiadores, que agradeço, mas parece-me que a nossa primeira democracia, em monarquia, à maneira inglesa, deu a ditadura de Joao Franco porque os dois partidos que se revezavam no poder fizeram dela o processo de manter os seus privilégios; a mesma coisa se passou com a primeira republica, chamemos-lhe uma democracia à francesa, dois partidos que repartiam a gamela e se deixaram cair no 28 de Maio. A nossa democracia à portuguesa tem dois partidos que se parecem entre si, se apoiam e se parecem com os falhanços anteriores.
Ontem, no Público, o "meu" deputado europeu, Rui Tavares, insurge-se bem contra esta tendência actual dos "media" de demonizar os políticos mas não estará a falar de excepções, como ele? Sei que a falta de confiança nos políticos só põe em risco a democracia mas a realidade do nepotismo, do encobrimento da corrupção, tem responsáveis: os políticos! Não todos, claro! mas parece evidente ao eleitor que é preciso que as listas que lhe são propostas para nelas votar sejam compostas de pessoas em quem confie e não de pessoas em quem confiem os que estão mais chegados à gamela.
É simples: ou os partidos transformam radicalmente a forma de escolher aqueles que nos vão propor para elegermos e vemos esperança de que nos representem ou o regime cai. O resultado costuma ser um desastre, costuma ser uma gamela defendida por um cordão policial. Note-se que esse regime pode continuar a chamar-se a si mesmo de democracia e ai de quem disser o contrário!
Creio que estamos na véspera de grandes manifestações democráticas exigindo aos partidos que sejam os seus programas e só usem os dinheiros públicos para os cumprir.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Revolta, indignação
Não! Não basta votar para que haja democracia. A opinião pública tem que ser tomada em conta pelos nossos representantes no parlamento, nos governos locais, nos serviços públicos -- não pode assim!
Vem esta indignação da notícia de que o presidente da comissão parlamentar de inquérito ao negócio PT / TVI proibiu, com um simples despacho, os deputados da "sua" comissão de utilizarem as escutas do processo "Face Oculta" nos trabalhos e no relatório. A verdade existe, é conhecida, a sua divulgação oficial ficou censurada, os deputados impedidos, por lei (!) de a tornar pública.
Eis um parlamento que toma a sua missão de nos representar pela missão de representar a boa imagem dos nossos representantes.
Ontem à tarde, porém, um parlamentar da comissão (Pacheco Pereira) informou a imprensa de que "não têm dúvidas de que, em 2009, existiu uma operação política de carácter conspirativo de controlo de órgãos de comunicação social, desenvolvida com o conhecimento do primeiro-ministro e por quadros do PS que pertencem a empresas onde o Estado tem participação".
Recorrentemente, as nossas "elites" tentam voltar à cómoda situação anterior ao terramoto de 1755, quando a lei não dava ao povo o direito à dignidade, quando os direitos fundamentais não existiam, quando poucos sabiam ler e acreditavam que era bom para nós não sabermos verdades que nos perturbassem.
Aqui fica a minha convicção: o que dói não é a verdade, o que dói é ser tratado com falta de respeito, "ser mentido é que dói". O que dói é o cinismo de me virem dizer que "mentir" não é um verbo transitivo, o que dói é virem-me dizer que a verdade não interessa, que há valores mais altos, coisas "sérias", como o "interesse nacional"... o interesse nacional é que cheguemos rapidamente a 2010, que sejamos respeitados e não "mentidos", e "para nosso bem", ainda por cima! Por caridade, presumo!
Temos direito à verdade, direito à indignação.
Aqui fica a resposta que merecem:
Vem esta indignação da notícia de que o presidente da comissão parlamentar de inquérito ao negócio PT / TVI proibiu, com um simples despacho, os deputados da "sua" comissão de utilizarem as escutas do processo "Face Oculta" nos trabalhos e no relatório. A verdade existe, é conhecida, a sua divulgação oficial ficou censurada, os deputados impedidos, por lei (!) de a tornar pública.
Eis um parlamento que toma a sua missão de nos representar pela missão de representar a boa imagem dos nossos representantes.
Ontem à tarde, porém, um parlamentar da comissão (Pacheco Pereira) informou a imprensa de que "não têm dúvidas de que, em 2009, existiu uma operação política de carácter conspirativo de controlo de órgãos de comunicação social, desenvolvida com o conhecimento do primeiro-ministro e por quadros do PS que pertencem a empresas onde o Estado tem participação".
Recorrentemente, as nossas "elites" tentam voltar à cómoda situação anterior ao terramoto de 1755, quando a lei não dava ao povo o direito à dignidade, quando os direitos fundamentais não existiam, quando poucos sabiam ler e acreditavam que era bom para nós não sabermos verdades que nos perturbassem.
Aqui fica a minha convicção: o que dói não é a verdade, o que dói é ser tratado com falta de respeito, "ser mentido é que dói". O que dói é o cinismo de me virem dizer que "mentir" não é um verbo transitivo, o que dói é virem-me dizer que a verdade não interessa, que há valores mais altos, coisas "sérias", como o "interesse nacional"... o interesse nacional é que cheguemos rapidamente a 2010, que sejamos respeitados e não "mentidos", e "para nosso bem", ainda por cima! Por caridade, presumo!
Temos direito à verdade, direito à indignação.
Aqui fica a resposta que merecem:
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Autoritas
O equilíbrio dinâmico talvez seja o que melhor define a vida. A morte tem sempre a ver com a perda desse equilíbrio. Se, ao caminhar, tropeçarmos em qualquer coisa, a reacção para repor o equilíbrio tem que ser imediata. Se, distraídos, preguiçosos ou atrofiados pelo excesso de descanso, demorarmos a repor o equilíbrio, caímos! As doenças, da mesma forma, exigem rapidez no diagnóstico, na remoção da causa e no tratamento. Esta analogia, aplicada às sociedades, pede que sejamos céleres no diagnóstico do desequilíbrio e da sua causa, na sua remoção e no seu tratamento.
Dir-nos-ão que as sociedades não morrem, entram em agonia e transformam-se noutras, suas filhas. Isso é parecido com dizermos que não morremos se deixarmos filhos!
A nossa democracia está doente, até aí é claro; a causa ainda não está claramente diagnosticada, porém. Os nossos representantes não souberam gerir os recursos disponíveis, seriam os causadores, temos que os remover. Porém foram democraticamente eleitos, ao removê-los não estaremos a fazer algo de parecido com remover o cérebro de um drogado, para que se não drogue mais? Perdoem-me os cirurgiões mas a cirurgia é um recurso da medicina, elegante seria repor o bom funcionamento do cérebro doente sem recorrer à violência.
Assistimos, há uns dias, a uma notícia pouco noticiada, desatentamente ouvida: o chefe do governo foi a Bruxelas onde os credores lhe explicaram que deixariam Portugal cair no colapso financeiro se ele não controlasse o vício antigo de fazer obras monumentais, se não parasse imediatamente os seus megalómanos projectos.
Paremos um pouco para pensar. Se um doente com febre tomar aspirina fica sem febre -- mas falta tratar o que causou a febre, o que continuará a causar desequilíbrios se removermos a febre, a qual até faz parte do processo natural de o organismo recuperar o seu equilíbrio.
Este governante viciado em betão armado não passa de um sintoma. Ele é, em democracia, o produto de um povo viciado em betão armado; esse povo elegerá outro desenhador de casas feito empreiteiro se não se curar a si mesmo, povo, do seu vício, da sua admiração incondicional por quem "deixa obra feita".
Temos que ir à origem deste vício. Nos anos 60 os portugueses emigraram em massa para a Europa porque viviam na miséria, em casas sem chaminé nem quarto de banho. Amealharam, voltaram, fizeram casas com vistosas chaminés e o seu esforço foi invejado pelos que tinham ficado.
Os melhores de nós sempre emigraram, lembremos o padre António Vieira, por exemplo. Os que ficámos somos aqueles que se acobardaram face à Inquisição, os que batemos palmas aos governantes oportunistas e corruptos, deslumbrados pelo espectáculo do poder, que, em vez de criticar, invejamos.
O fim do mês trár-nos-á a Liberdade. Que faremos com ela? Aproveitaremos para nos libertarmos dos nossos vícios antigos ou para os "satisfazer"?
Em democracia somos nós quem governa Portugal. Assim como fizermos assim será o futuro do "rosto" da Europa.
A única autoridade que reconheço é a da verdade. Não pertence a ninguém, é! ... mas cuidado com o que parece, pode ser ou não ser!
Dir-nos-ão que as sociedades não morrem, entram em agonia e transformam-se noutras, suas filhas. Isso é parecido com dizermos que não morremos se deixarmos filhos!
A nossa democracia está doente, até aí é claro; a causa ainda não está claramente diagnosticada, porém. Os nossos representantes não souberam gerir os recursos disponíveis, seriam os causadores, temos que os remover. Porém foram democraticamente eleitos, ao removê-los não estaremos a fazer algo de parecido com remover o cérebro de um drogado, para que se não drogue mais? Perdoem-me os cirurgiões mas a cirurgia é um recurso da medicina, elegante seria repor o bom funcionamento do cérebro doente sem recorrer à violência.
Assistimos, há uns dias, a uma notícia pouco noticiada, desatentamente ouvida: o chefe do governo foi a Bruxelas onde os credores lhe explicaram que deixariam Portugal cair no colapso financeiro se ele não controlasse o vício antigo de fazer obras monumentais, se não parasse imediatamente os seus megalómanos projectos.
Paremos um pouco para pensar. Se um doente com febre tomar aspirina fica sem febre -- mas falta tratar o que causou a febre, o que continuará a causar desequilíbrios se removermos a febre, a qual até faz parte do processo natural de o organismo recuperar o seu equilíbrio.
Este governante viciado em betão armado não passa de um sintoma. Ele é, em democracia, o produto de um povo viciado em betão armado; esse povo elegerá outro desenhador de casas feito empreiteiro se não se curar a si mesmo, povo, do seu vício, da sua admiração incondicional por quem "deixa obra feita".
Temos que ir à origem deste vício. Nos anos 60 os portugueses emigraram em massa para a Europa porque viviam na miséria, em casas sem chaminé nem quarto de banho. Amealharam, voltaram, fizeram casas com vistosas chaminés e o seu esforço foi invejado pelos que tinham ficado.
Os melhores de nós sempre emigraram, lembremos o padre António Vieira, por exemplo. Os que ficámos somos aqueles que se acobardaram face à Inquisição, os que batemos palmas aos governantes oportunistas e corruptos, deslumbrados pelo espectáculo do poder, que, em vez de criticar, invejamos.
O fim do mês trár-nos-á a Liberdade. Que faremos com ela? Aproveitaremos para nos libertarmos dos nossos vícios antigos ou para os "satisfazer"?
Em democracia somos nós quem governa Portugal. Assim como fizermos assim será o futuro do "rosto" da Europa.
A única autoridade que reconheço é a da verdade. Não pertence a ninguém, é! ... mas cuidado com o que parece, pode ser ou não ser!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Uma boa notícia: um novo jornal, o NOTÍCIAS DE SANTO TIRSO
Recebi, por e-mail, esta boa notícia, que vem satisfazer uma necessidade, expressa ali na coluna lateral, aquando do aparecimento deste blog:
Sei do seu desejo de ver surgir em Santo Tirso um jornal independente. Não está sózinho nessa aspiração. Além de mim, outros sentem essa necessidade. Decidi avançar: já saiu -ainda que em versão reduzida- o primeiro número do NOTÍCIAS DE SANTO TIRSO. A segunda edição será posta à venda já no próximo dia 15. Assumo o compromisso de respeitar esse imperativo de isenção.
(...)
Augusto Pimenta (jornalista CPJ 3609)
Rua de Silvalde, 313
4780-067 Areias
Santo Tirso
Portugal
augustopimenta313@gmail.com
Tentarei, como leitor, ajudar o novo jornal a cumprir a independência a que aspira e creio que é o que devemos fazer. É verdade que um jornal depende sempre dos seus responsáveis mas, ao permitir artigos assinados sem censura, como acontecia com o "Jornal de Santo Thyrso", o leitor pode-se aproximar mais da verdade dos factos e mesmo corrigi-la, se achar necessário: Parabéns aos corajosos criadores do NOTÍCIAS DE SANTO TIRSO!
Sei do seu desejo de ver surgir em Santo Tirso um jornal independente. Não está sózinho nessa aspiração. Além de mim, outros sentem essa necessidade. Decidi avançar: já saiu -ainda que em versão reduzida- o primeiro número do NOTÍCIAS DE SANTO TIRSO. A segunda edição será posta à venda já no próximo dia 15. Assumo o compromisso de respeitar esse imperativo de isenção.
(...)
Augusto Pimenta (jornalista CPJ 3609)
Rua de Silvalde, 313
4780-067 Areias
Santo Tirso
Portugal
augustopimenta313@gmail.com
Tentarei, como leitor, ajudar o novo jornal a cumprir a independência a que aspira e creio que é o que devemos fazer. É verdade que um jornal depende sempre dos seus responsáveis mas, ao permitir artigos assinados sem censura, como acontecia com o "Jornal de Santo Thyrso", o leitor pode-se aproximar mais da verdade dos factos e mesmo corrigi-la, se achar necessário: Parabéns aos corajosos criadores do NOTÍCIAS DE SANTO TIRSO!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Recebi um novo comunicado da Associação Amar Santo Tirso, com pedido de publicação:
A associação cívica “AMAR Santo Tirso” aprovou, na sua 1ª assembleia geral, o logótipo, que constituirá a referência simbólica desta instituição (como se pode ver pela imagem acima). Nesta assembleia, que se realizou no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso (“Vermelhos”) foi, ainda aprovadas a jóia de inscrição nesta associação e respectiva quotização anual. Assim, a jóia de inscrição é de 15 euros, enquanto que a quotização anual se situa nos 10 euros.Com a presença de 11 dos 14 sócios fundadores, a “AMAR Santo Tirso, aprovou ainda o seu plano de actividades, cuja primeira iniciativa será um roteiro por algumas das principais áreas emblemáticas da cidade, com acompanhamento de um guia especializado e a participação de uma personalidade da nossa vida pública. Nos próximos dias, a associação divulgará o roteiro elegido, o nome do cicerone e da personalidade que irá acompanhar este périplo, para o qual irão ser abertas inscrições.
Santo Tirso, 2010-05-03 A Direcção
A associação cívica “AMAR Santo Tirso” aprovou, na sua 1ª assembleia geral, o logótipo, que constituirá a referência simbólica desta instituição (como se pode ver pela imagem acima). Nesta assembleia, que se realizou no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso (“Vermelhos”) foi, ainda aprovadas a jóia de inscrição nesta associação e respectiva quotização anual. Assim, a jóia de inscrição é de 15 euros, enquanto que a quotização anual se situa nos 10 euros.Com a presença de 11 dos 14 sócios fundadores, a “AMAR Santo Tirso, aprovou ainda o seu plano de actividades, cuja primeira iniciativa será um roteiro por algumas das principais áreas emblemáticas da cidade, com acompanhamento de um guia especializado e a participação de uma personalidade da nossa vida pública. Nos próximos dias, a associação divulgará o roteiro elegido, o nome do cicerone e da personalidade que irá acompanhar este périplo, para o qual irão ser abertas inscrições.Santo Tirso, 2010-05-03 A Direcção
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